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Graduação em Pedagogia pela FAVALE/FAFILE Associada a UEMG; Especialista em Designer Instrucional para EAD pelo IBDIN ♥ Em Curso: 1 - Gestão de Processos Educativos em Inspeção Escolar e Supervisão Escolar pela FAVALE/FAFILE - UEMG ♥ 2 - PIGEAD Planejamento Implementação e Gestão em Educação a Distância pela UFF - Universidade Federal Fluminense ♥ Especialização em Design Instrucional para EAD Virtual pela Universidade Federal de Itajubá - UNIFEI ♥ ♥ \o/ ♪ ♫ ♥ \o/ Trabalhei na Produção Técnica na Editoração de Cadernos para EAD, Criação de Iconografia, e Assistencia a Docentes e Discentes na Plataforma MOODLE. (FAFILE) ♥ \0/ ♥ Atualmente assessora de Unidade Educacional em MG

domingo, 18 de agosto de 2013

Design Instrucional, o professor e mídias



Tento ser humilde quando falo de quebras de paradigmas, vejo a educação sofrendo uma revolução. A inclusão nesta modalidade educacional é discutida intensamente por outros olhares e outras realidades, e neste ponto podemos gentilmente afirmar que é algo novo.

Assim, Negar a utilização das tecnologias é negar a existência de um poderoso instrumento de ensino/aprendizagem, é voltar a uma era onde as tribos se comunicavam por fumaça, ou quem sabe, olhar as estrelas para navegar... O uso das tecnologias da Informação como instrumento de ensino aprendizagem, vem desenvolvendo rapidamente e mudando significativamente a nossa realidade, a título de ser a complementação ou o futuro das salas de aula. 

O professor que participa desta dinâmica tem a possibilidade de efetuar na sua prática uma mudança de paradigmas, passando a ser mais atuante e perspicaz, uma vez que a modalidade de ensino a distância, exige disciplina e compromisso na presteza das respostas, potencializando um processo autônomo na construção do conhecimento de seus alunos (sistema educacional colaborativo, de inteligências) propositadamente, compreendendo o desafio no domínio do processo de busca das respostas, uma vez que a internet, além de ser um grande depositário de conhecimento, permite uma velocidade de informações ao qual incomoda por uma questão de tempo/espaço das informações produzidas. 

O Design instrucional fundamenta suas ações em consonância com o professor conteudista. Quando nos referimos ao uso de mídias em projetos educacionais, por exemplo, levamos nossa imaginação a conectar diretamente às mais novas oportunidades tecnológicas de informação e comunicação, ou seja, a internet e todos os seus desdobramentos e inovações, lembrando do uso de programas televisivos, filmes, vídeos, e outros meios como: o rádio, o jornal e todas as formas midiáticas impressas, ainda que conhecidas e utilizadas em atividades de ensino. São muitas as mídias utilizadas em atividades educativas, cada modalidade de ensino requer o tratamento diferenciado do mesmo conteúdo observando que de acordo com os alunos, os objetivos a serem alcançados, o espaço e tempo disponível para a sua realização, encontram em cada um dos suportes midiáticos, cuidados e formas de tratamentos específicos que, ao serem utilizados, alteram a maneira como se dá e como se faz a educação (KENSKI, 2005).

Por: Maria Luisa V. Xavier

Fonte da citação: 
KENSKI, V. M. Gestão e uso das mídias em projetos de Educação a Distância. Revista E- Curriculum, São Paulo,v. 1, n. 1, dez. 2005. Disponível em:<http://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/view/3099/2042>.
Acesso: 17/ago./2013.

sábado, 17 de agosto de 2013

A educação a distancia e o Design Instrucional



A Educação à distância, possibilita aos aprendizes, a possibilidade de estudar independente do local onde esteja, com flexibilidade na organização/adaptação do espaçotempo, para apropriação do saber. O Design Instrucional (DI) tem um papel importantíssimo neste processo, ele tem a capacidade/habilidade de preocupa-se com a apresentação deste saber, de como este saber atingirá e manterá o público alvo comprometido com este saber, bem como, de como será a acessibilidade deste “produto” levando em consideração a disponibilidade mobile. Assim, precisa ter a preocupação de estar sempre “antenado” com as novidades do mercado, com a mente aberta a novas formas de interação, de criação, inovação e gestão da equipe de produção.

Filatro (2012) afirma que o “DI, define uma série de eventos deliberadamente planejados para apoiar os processos internos de aprendizagem”, apoiando-se nas tecnologias da informação e comunicação, tecnologias midiáticas e didáticas para introduzir, processar, concluir, avaliar e diagnosticar e redesenhar conteúdos ou objetos de aprendizagens eficientes, em seu tempo.


A demanda cada vez mais crescente, de professores atuantes nas disciplinas semipresenciais, aumenta consequentemente, o número de professores envolvidos com informações, linguagem e conteúdos próprios, de suas disciplinas, adaptados para o AVA – Ambiente Virtual de Aprendizagem. Neste sentido, existe a necessidade de um casamento entre: o design e a educação, fator este que incrementa o desafio do professor na produção de material, observando que não se trata de uma entrega do conteúdo, mas de um espaço para o aluno trabalhar a sua própria aprendizagem e ir além. A ideia é poder trabalhar o conteúdo, de uma forma diferente, levando em consideração a importância do Design Instrucional, cuja orientação mais adequada, poderá incorrer no melhor aproveitamento dos conteúdos ofertados por cada professor, otimizando os resultados que podem ser alcançados pelos seus alunos. 

Maria Luisa Vieira Xavier

Fonte da citação: 
FILATRO, Andrea. Design Instrucional. São Paulo: Pearson, 2012.